Trabalho escravo e tráfico de pessoas em debate no MPT
“Muitas vezes, por não conhecerem outra realidade diferente daquela na qual se encontram, os empregados aceitam pacificamente o trabalho degradante”. A afirmação é do procurador-chefe substituto do Ministério Público do Trabalho (MPT) na Bahia, Jairo Sento Sé, durante a palestra “Atuação do Ministério Público do Trabalho na Prevenção e Enfrentamento à Redução à Condição Análogo a de Escravo”, proferida na manhã desta terça-feira (12), no auditório do MPT/BA, dentro do seminário “Enfrentamento ao Trabalho Escravo: Modalidade de Tráfico de Pessoas para fins de Exploração Econômica”, promovido pela Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH).